domingo, 28 de janeiro de 2007

Cancerígeno


Dará tempo?
As flores estão ali,
Me esperam, me devoram,
Com sêde de ser feliz,
Viver o pleno dos amores...
Ou enfeitar meu túmulo.
São acasos para meu deleite,
Esperança vã de felicidade,
Antes que ele me alcance...
Dará tempo?
Ou perderei no meio do caminho,
Tantos planos, desejos,
Tantos beijos não sentidos,
Amores não vividos.
E se imortal for, como pensei,
Me espere para breve,
Pois sei que ireiE de todas as certezas,
Só uma, partirei.
Dará tempo de ser feliz?
Não sei...


Me

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